11 de abr. de 2010

EUA visa aliviar a tensão entre Paquistão e Índia

Presidente Barack Obama emitiu uma secreta diretriz em dezembro para intensificar a diplomacia norte-americana destinada a aliviar as tensões entre Índia e Paquistão.
A diretriz concluiu que a Índia deve tentar resolver as tensões com o Paquistão, uma prioridade para o progresso a ser feito como meta dos Estados Unidos na região. Os EUA tem investido muito em suas próprias relações com o Paquistão nos últimos meses. Concordando com um pacote de ajuda de US $ 7,5 bilhões e enviando oficiais militares e diplomáticos para Islamabad com repetidas visitas. As negociações em Washington no mês passado reflete a administração de Obama, o qual acredita que o Paquistão deve mudar seu cálculo estratégico e ter uma postura mais firme contra os militantes baseados dentro das regiões tribais ao longo do decurso do próximo ano, a fim de reverter a situação no Afeganistão.
O debate continua sobre a administração do governo de como é difícil de empurrar a Índia, que há muito tempo resistiu à intervenção estrangeira no conflito com seu vizinho. O Pentágono, em particular, tem buscado uma maior pressão sobre Nova Deli, de acordo com os EUA e indianos.
Contudo, a Índia tem resistido por muito tempo um envolvimento em suas diferenças com o Paquistão, em particular sobre a disputada região da Caxemira. Oficiais militares dos EUA vem encorajando Nova Délhi para ser mais "transparente" sobre as suas atividades ao longo do compartilhamento da fronteira e para cooperar mais com o Paquistão.
Nota-se que os Estados Unidos tem desempenhado um papel-chave nas neociações, para tentar reativar um diálogo de paz, porém há falta de confiança entre os dois países.
Apesar disso, é notório tambén que os eforços entre o primeiro-ministro indiano Singh, o presidente paquistanês, Pervez Musharraf, ocorreu sem a participação EUA.
Daniane Afonso

Cresce interesse chinês no trem-bala brasileiro

Um dos principáis temas a serem tratados pelo presidente chinês Hu Jintao na sua visita ao brasil no encontro que terá com o presidente em Brasília na sexta feira, será o interesse chinês na construção do trem de alta velocidade entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. A China está empenhada em ganhar a disputa o que poderá transformar o Brasil em um meio de promover a exportação de seus trens rápidos, eles consideram isso uma prioridade.
A construção do trem será uma das obras públicas mais caras já realizadas no Brasil, com o custo estimado em R$ 34, 6 bilhões, os chineses disputarão o projeto com países que têm tradição na construção e operação do trem como Japão, França e Alemanha.
A China vive uma febre na construção de trens de alta velocidade, que em breve transformará sua malha na maior do mundo. Além do Brasil, a China disputa a construção de linhas de alta velocidade na Arábia Saudita e nos EUA.
Do seu lado Lula vai ressaltar o interesse brasileiro em manter as operações da Embraer na China. A empresa pretende fabricar no país seu avião de grande porte e renegociar a parceria que tem com a estatal Avic desde 2002, formada originalmente para a fabricação na China dos aviões de até 50 lugares. Se as duas partes não se entenderem, a Embraer poderá encerrar suas operações na china na próximo ano.

Presidente afegão acusa intervenção dos EUA em assuntos internos

O presidente Hamid Karzai acusou os norte-americanos de intervirem em assuntos internos do Afeganistão e avisou também que a revolta dos talibãs pode virar um movimento legítimo.
Em uma reunião com 70 parlamentares do país, o presidente afegão alertou que essa insurreição poderá ser válida perante a lei, caso os estrangeiros não parassem de intrometer nos assuntos interno do país.
Se o parlamento não apoiar sua vontade de tomar o controle do organismo encarregado de supervisionar o processo eleitoral, Karzai tem a convicção de se juntar à rebelião. Durante a maior parte da reunião, o presidente passou grande parte criticando os parlamentares que recusavam sua pretensão.
No dia 1º desse mês, o presidente Karzai, já havia agredido as potências ocidentais por serem responsáveis das fraudes das últimas eleições provinciais e presidenciais.



Andrea Katherine de Souza Suguino

10 de abr. de 2010

Poder presidencial restringido no Paquistão




Recentemente, a Assembléia Nacional do Paquistão aprovou de modo unânime um conjunto de reformas constitucionais que restringem o poder do presidente Asif Ali Zardari e os transferem para o parlamento.

O Primeiro Ministro Yusuf Raza Gilani ressaltou a importância dessa vitória dizendo que “o parlamento se fez supremo” e “toda a nação está unida hoje”.
O presidente perde dessa maneira seus dois maiores privilégios – dissolver a Assembléia Nacional e indicar os lideres das Forças Armadas – que foram introduzidos nos anos 1980 para que se tenha maior controle sobre o governo.

Ao ocorrer essa mudança de foco no governo paquistanês, com o presidente passando a ter um papel mais “cerimonial” e o Primeiro Ministro maiores responsabilidades, lanço um questionamento: Será que a política paquistanesa de apoio a “Guerra ao Terror”, combatendo os militantes em seu próprio território, irá sofrer abalos ou irá se manter?

Ao que tudo indica, ela não passará por mudanças no momento.

Essa foi uma importante medida tomada pela Assembléia do Paquistão, tornando o poder menos centralizado e menos suscetível a medidas unilaterais dos governantes, até mesmo de cunho ditatorial.

Guilherme Rodrigues Miranda
fonte: http://english.aljazeera.net/news/asia/2010/04/20104815523247104.html

8 de abr. de 2010

China deve emprestar US$ 2 bi para a Indonésia

Segundo o ministro do Comércio da Indonésia, Mari Pangestu, a China concordou em emprestar cerca de US$ 2 bilhões para investimentos em infraestrutura para a Indonésia, os planos do país são de gastar US$ 140 bilhões para desenvolver sua infraestrutura e ajudar a alcançar a meta de crescimento econômico de 7%.

Pequim dará o equivalente a US$ 1,8 bilhão em créditos preferenciais de compra fornecidos pelo Eximbank da China e fornecerá um financiamento de US$ 263 milhões.

Provavelmente o acordo será assinado em maio pelo primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, durante a visita à Indonésia.

Rafaela Billig Dalla Vechia

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/not_12101.htm