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4 de mai. de 2010

Paquistanês é declarado culpado por ataques de Mumbai

O paquistanês Mohammed Ajmal Amir Iman, conhecido como "Kasab", único sobrevivente do grupo responsável pelos atentados de Mumbai em novembro de 2008, foi declarado culpado nesta segunda-feira (3) de assassinato e atos de guerra contra a Índia pelo tribunal indiano.
"Kasab", 22 anos, natural de Punjab, Paquistão, foi um dos 10 homens que viajaram do Paquistão até Mumbai, desencadeando três dias de terror na cidade, matando 166 pessoas. Estes atacaram a principal estação ferroviária de Mumbai, hotéis de luxo e um centro judaico. Os ataques deixaram 174 pessoas mortas, incluindo os nove terroristas, o que intensificou as relações entre Índia e Paquistão.
Hoje as famílias das vítimas demonstram sua raiva ventilada sobre o Paquistão, expressando preocupação, pois, o país continua a ser um paraíso para os campos de treinamento terrorista.
Contudo sabe-se que a Índia é um país extremamente militarizado e o terrorismo na Índia continua a ser grave e a cidade não está livre de supostos ataques. Deli, em particular está em alerta máximo depois dos avisos específicos de ataques iminentes em áreas freqüentadas pelos ocidentais, mas há também aumento dos níveis de segurança em outras partes do país.
Daniane Afonso

11 de abr. de 2010

EUA visa aliviar a tensão entre Paquistão e Índia

Presidente Barack Obama emitiu uma secreta diretriz em dezembro para intensificar a diplomacia norte-americana destinada a aliviar as tensões entre Índia e Paquistão.
A diretriz concluiu que a Índia deve tentar resolver as tensões com o Paquistão, uma prioridade para o progresso a ser feito como meta dos Estados Unidos na região. Os EUA tem investido muito em suas próprias relações com o Paquistão nos últimos meses. Concordando com um pacote de ajuda de US $ 7,5 bilhões e enviando oficiais militares e diplomáticos para Islamabad com repetidas visitas. As negociações em Washington no mês passado reflete a administração de Obama, o qual acredita que o Paquistão deve mudar seu cálculo estratégico e ter uma postura mais firme contra os militantes baseados dentro das regiões tribais ao longo do decurso do próximo ano, a fim de reverter a situação no Afeganistão.
O debate continua sobre a administração do governo de como é difícil de empurrar a Índia, que há muito tempo resistiu à intervenção estrangeira no conflito com seu vizinho. O Pentágono, em particular, tem buscado uma maior pressão sobre Nova Deli, de acordo com os EUA e indianos.
Contudo, a Índia tem resistido por muito tempo um envolvimento em suas diferenças com o Paquistão, em particular sobre a disputada região da Caxemira. Oficiais militares dos EUA vem encorajando Nova Délhi para ser mais "transparente" sobre as suas atividades ao longo do compartilhamento da fronteira e para cooperar mais com o Paquistão.
Nota-se que os Estados Unidos tem desempenhado um papel-chave nas neociações, para tentar reativar um diálogo de paz, porém há falta de confiança entre os dois países.
Apesar disso, é notório tambén que os eforços entre o primeiro-ministro indiano Singh, o presidente paquistanês, Pervez Musharraf, ocorreu sem a participação EUA.
Daniane Afonso