13 de jun. de 2010

Crianças são resgatadas de trabalho infantil forçado na Índia


Em vez de brincar ou estudar, dezenas de milhões de crianças indianas são forçadas a trabalhar diariamente durante jornadas de até 17 horas, mas os resgates delas em locais de exploração são uma forma de aliviar, pelo menos, o sofrimento de alguns poucos.
Nos últimos 30 anos, a ONG indiana Bachpan Bachao Andolan (BBA) se dedicou a combater o trabalho infantil e devolveu às famílias mais de 8 mil crianças aglomeradas em estabelecimentos clandestinos, afastados de suas famílias e explorados por capatazes.
Desde abril, a BBA libertou somente na capital indiana (Nova Délhi) mais de 180 crianças, segundo contaram à Agência Efe os funcionários da organização, que nesta semana intensificaram seus esforços por ocasião do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, celebrado hoje.
"É impactante ver crianças tão pequenas trabalhando de manhã até de noite em temperaturas acima dos 45 graus", disse Chaurasia (presidente da ONG). Segundo ele, é comum as crianças serem queimadas com cigarros para que não durmam.
Contudo, a escolarização das crianças e a ajuda econômica prometida após a libertação, é responsabilidade das autoridades. Mas a lei que torna obrigatória e gratuita a educação para as crianças entre seis e 14 anos não entrou em vigor até o último dia 1º de abril.
As leis na Índia proíbem o trabalho forçado, seja de crianças ou adultos, mas a prática ainda é comum, demonstrada por inspeções e flagrantes que, ocasionalmente, recebem publicidade na mídia, de acordo com organizações de defesa dos direitos humanos.


Daniane Afonso


Irã diz que sanções não afetam relação com a China

Durante visita a Xangai, Ahmadinejad voltou a minimizar a importância da resolução aprovada nesta semana pelo Conselho de Segurança da ONU, que ele qualificou como "um pedaço de papel sem valor".

O presidente do Irã disse que a decisão tomada pela china que apóia as novas sanções da ONU contra o seu país não afetam as relações bilaterais. Criticou Pequim e outras potências nucleares por quererem supostamente monopolizar essa tecnologia.

Salientou a força das relações bilaterais, a China compra bilhões de barris de petróleo iraniano por ano, e, junto com a Rússia, exigiu que as sanções fossem mais brandas do que desejava o Ocidente. O presidente do Irã disse em entrevista coletiva na Exposição Mundial em Xangai que não há razão para controlar ou enfraquecer a relação com a China.

Ahmadinejad foi a Xangai para o "dia do Irã" na Exposição Mundial. China e Irã dizem que essa é a única motivação da visita.

Maíra Cortez

O globo

Site: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/06/11/ira-diz-que-sancoes-nao-afetam-relacao-com-china-916846771.asp

Posição ambigua

O serviço de inteligência paquistanês foi recentemente acusado em relatório feito pela London School of Economics de cooperar com o Taliban fornecendo recursos e treinamentos para estes no Afeganistão.

Essas suspeitas ocorrem desde o fim da invasão soviética ao Afeganistão, mas possuem maior gravidade neste momento em que o Paquistão é o maior parceiro na Guerra ao
Terror dos EUA na região. É uma posição ambígua, se não contraditória.

Parte dessa suspeita ocorre porque o Paquistão é acusado de apoiar grupos milicianos islâmicos, principalmente na região da Kashemira, para que eles façam atentados contra as populações indianas na região. Ao apoiar o Taliban no Afeganistão, seria um modo de conter os indianos que habitam nessa região.

Fica a dúvida de como os EUA irão reagir a esse relatório pois, a partir do momento que o Paquistão mantêm relações com o Taliban, ele age imediatamente contra a política americana para o Afeganistão de eliminar os movimentos terroristas (al-Qaeda) e milicianos, representados pelo Taliban.

Guilherme Rodrigues Miranda

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/06/100613_pauqistao_taleba_pu.shtml

12 de jun. de 2010

Mulher Indonésia diz ter 157 anos

O Censo da Indonésia descobriu em Sumatra, Turinah, uma mulher que diz ter 157 anos.
Apesar de não possuir documentos, pois alega que teve que queimar seus documentos em 1965 para não ser confundida como comunista, não é de duvidar de sua idade, pois sua filha adotiva tem 108 anos.
Turinah continua com uma vida ativa.. e se tiver realmente esta idade, será a mulher mais velha do Mundo!

Outras notícias sobre a Indonésia.. são de que mais terremotos tem acontecidO. Algo comum naquele país.

Notícia sobre o menino indonésio de 2 anos que fumava 40 cigarros por dia. O menino está em tratamento e já conseguiu reduzir para 15 cigarros diários.

Fontes:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/06/censo-da-indonesia-descobre-em-sumatra-mulher-que-diz-ter-157-anos.html

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=206577

11 de jun. de 2010

Taleban executa criança de sete anos no Afeganistão

Após ser acusado de ser espião dos EUA e do governo do Afeganistão, uma garoto de sete anos foi executado por supostos membros do Taleban.
Fica claro que há muitas dificuldades dos EUA em combater o grupo radical islâmico. Esse crime chocou diversos países, pois o garoto foi arrastado para fora de sua casa às 10h30 de terça-feira (08/06/2010) e enforcado em uma árvore no centro da vila em que habitava.
Alguns dias antes, seu avô (lider tribal) elogiou o governo e formou um pequeno grupo para resistir ao Taleban. O grupo radical negou a ação, mas há diversos relatos de campanha de assassinatos do Taleban contra quaisquer pessoas associada ao governo.
O premiê britânico, David Cameron, em visita ao Afeganistão, disse que, "se confirmado, isso diz mais sobre o Taleban que qualquer livro, artigo ou discurso".
É um golpe mais que desumano. Considerar uma criança de sete anos um espião e executá-lo com essa desculpa é uma violação contra a humanidade.
Segundo o presidente afegão, Hamid Karzai, em entrevista coletiva, afirmou: "Não há um crime maior que esse nem para as forças mais desumanas da Terra", disse.

Andrea Katherine Suguino


Fonte: por Andrea Murta - de Washington
http://www.jornalpequeno.com.br/2010/6/11/taleban-executa-menino-de-sete-anos-no-afeganistao-dizem-autoridades-147472.htm